Moçambique acolheu, no passado dia 7 de Dezembro, a apresentação pública do projecto Uxene Smart City, um marco histórico ao qual se fizeram presentes distintos convidados de diversas áreas de relevo na sociedade moçambicana. Uxene nasce como resposta aos crescentes desafios demográficos e económicos de Moçambique, particularmente os relacionados com a densidade populacional de Maputo, Matola e Marracuene, que se traduzem em necessidades cada vez maiores provocando uma enorme pressão sobre a debilitada infra-estrutura urbana existente.

Segundo Henrique Bettencourt, CEO do projecto, a nova centralidade será sustentável, inclusiva e integrada, um lugar de excelência para viver, trabalhar e aprender, conviver e investir. Uxene não é somente um polo de desenvolvimento urbano e económico, é uma aposta numa nova maneira de viver, que seja sustentável e que melhore o estilo de vida das pessoas que vão residir na cidade; que seja acessível e inclusiva para todas camadas sociais. Uxene irá integrar tecnologias inovadoras amigas do ambiente, e ao serviço de todos, para uma vida mais custo-eficiente. Soluções inteligentes para mobilidade, energia, meio-ambiente, será assim a cidade futurista de Moçambique.

O projecto, avaliado em mais de 3 mil milhões de dólares americanos, terá o seu arranque em Maio de 2023, numa área aproximada de 565 hectares, prevendo-se que albergue 100 mil habitantes. Terá 50% de áreas verdes e criará mais de 6.500 postos de trabalho directos e 20.000 indirectos.

“Por ser um projecto de grande dimensão, foram selados acordos com várias empresas nacionais e estrangeiras que, com o seu know how, trarão uma mais-valia que permitirá proporcionar uma grande melhoria na qualidade de vida. A Uxene Smart City será uma cidade segura, prática e conveniente, contribuindo para uma vida mais ecologicamente sustentável, além de possibilitar maior mobilidade e conectividade”, referiu Michel Ussene, PCA da Uxene.