Numa demonstração emblemática de progresso e inovação, o Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, inaugurou hoje a central fotovoltaica de Mapulanguene, na província de Maputo. Este avanço significativo assinala um passo audacioso na jornada de Moçambique em direcção ao objectivo ambicioso de electrificação universal até 2030.
Orçado em mais de 79 milhões de meticais, o projecto é um dos pilares centrais da iniciativa governamental "Energia para Todos". Com uma impressionante capacidade de produção anual de cerca de 189.7 MWh, a central é a promessa concreta de uma mudança profunda no panorama energético da região.
A nova central proporcionará acesso à energia eléctrica a aproximadamente 209 beneficiários directos, entre os quais se encontram uma escola, um centro de saúde, 190 residências, um posto policial, estabelecimentos comerciais, uma estação meteorológica e um sistema de abastecimento de água. A infra-estrutura energética inclui ainda um robusto banco de baterias capaz de armazenar cerca de 600kwh, assegurando o fornecimento de energia mesmo em períodos de escassez solar. Adicionalmente, o projecto englobou a construção de 7km de linha de baixa tensão e a instalação de candeeiros de iluminação pública, factores que realçam a abrangência e o alcance deste investimento.
Judith Mussácula, Secretária de Estado na província de Maputo, salientou que a inauguração desta central fotovoltaica representa não apenas um impulso significativo para o desenvolvimento sócio-económico no distrito de Magude, mas também um marco na estratégia de electrificação do país.
A implementação desta central fotovoltaica é uma prova tangível do compromisso sério e determinado do Governo de Moçambique em promover o uso de energia renovável e sustentável. Para além de melhorar o acesso à energia para famílias e empresas, este projecto ilustra a consciência e a responsabilidade ecológica do país, contribuindo para a mitigação das alterações climáticas.
A Central Fotovoltaica de Mapulanguene, portanto, transcende a sua função enquanto mera infra-estrutura energética. Ela surge como um farol de progresso e desenvolvimento, delineando um futuro mais luminoso e sustentável para todos os moçambicanos.
