Mostrar as tendências da moda e as novidades das colecções de diversas lojas e estilistas foi um dos objectivos do Moda Baía 2022, que vinha sendo planeado há 4 anos pelo Baía Mall, em parceria com a DDB Moçambique. Compuseram-no três dias de desfiles inéditos, nos dias 17,18 e 19 do corrente mês de Setembro. E é neste mês que se pretende que o Moda Baía se realize regularmente, tornando-se um evento anual. Para melhor levar a cabo este desiderato, o Baía Mall juntou-se à DDB Moçambique, detentora de uma vasta experiência construída ao longo de 18 anos de Mozambique Fashion Week.
 

“Pretendemos, para além de demonstrar as novas colecções das lojas e tendências internacionais, agrupar a criatividade, o conhecimento e desenvolvimento cultural dos moçambicanos.” – Lisié Champier, da organização do Moda Baía 2022

Como forma de contribuir efectivamente para o desenvolvimento da indústria da moda no país, um dos objectivos que se pretende alcançar com a iniciativa é que o Moda Baía seja um ponto de network de diferentes intervenientes. “Queremos oferecer o melhor aos nossos clientes, inquilinos e parceiros”, disse Lisié Champier, da organização do evento. Como um centro comercial é um lugar frequentado por pessoas em busca de resposta às suas necessidades, o Moda Baía funciona como influenciador. É, portanto, um ponto estratégico, um lugar para que os estilistas nacionais possam expor a sua criatividade.

“Neste momento, contamos com uma média de dez mil pessoas, diariamente, e, é claro, sábado é o dia de maior movimento, em que atingimos aproximadamente dezasseis mil pessoas”, disse Lisié, ao ilustrar a capacidade de dar maior visibilidade aos artistas nacionais. “O Baía Mall orgulha-se de poder finalmente dar este passo que está a ser planeado há 4 anos”, disse Lisié Champier, responsável pelo evento. “Pretendemos, para além de demonstrar as novas colecções das lojas e tendências internacionais, agrupar a criatividade, o conhecimento e desenvolvimento cultural dos moçambicanos”, frisou. Lisié Champier acredita que a cidade de Maputo e o país precisam de contar a sua história no seu próprio espaço. “Pretendemos apoiar ainda mais criando espaço para jovens talentos exporem os seus trabalhos artísticos e incentivando a inovação, a reciclagem e a protecção do meio ambiente”, concluiu.