O Banco Comercial e de Investimentos (BCI) voltou a afirmar o seu compromisso com a sustentabilidade ao dar continuidade ao Cartão de Débito Bio, uma iniciativa financeira com impacto ambiental real, desenvolvida em parceria com a Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND).

Lançado em 2017 como parte da sua política de Responsabilidade Social Corporativa, o Cartão Bio distingue-se por dois factores principais: é feito de material biodegradável, derivado do milho — sendo o primeiro do género no país — e canaliza 100% das receitas geradas pelas transacções em terminais POS para o financiamento de projectos de conservação ambiental em Moçambique.

“Cada transacção representa um passo concreto em direcção à preservação da nossa biodiversidade”, afirmou Francisco Costa, presidente da Comissão Executiva do BCI, sublinhando que este cartão é muito mais do que um instrumento bancário. “É um agente de transformação ambiental e social.”

Graças aos fundos arrecadados, foi possível apoiar e expandir projectos cruciais para a protecção de espécies ameaçadas, como rinocerontes e tartarugas marinhas. Entre as iniciativas beneficiadas estão:

  • a conservação da Raphia australis na Reserva Botânica de Bobole;

  • o monitoramento das rotas migratórias das tartarugas nas Ilhas Primeiras e Segundas (Área de Protecção Ambiental);

  • e a dinamização do Jardim Botânico da Universidade Eduardo Mondlane.

Segundo nota divulgada pelo banco, esta parceria com a BIOFUND reforça a convicção de que iniciativas conjuntas entre o sector financeiro e a sociedade civil podem ter um impacto duradouro. A aposta do BCI na inovação sustentável coloca-o entre as instituições que olham para o futuro com responsabilidade e visão.