Antes de contar uma história, o tambor desperta junto ao fogo. O calor estica a pele, devolve-lhe a voz e prepara-o para falar à comunidade. Em Moçambique, o tambor não marca apenas o ritmo da música; guarda a memória dos antepassados, celebra a vida e acompanha os rituais que unem gerações. Cada batida é um eco da identidade de um povo.