ABSA Bank, e as suas actividades de Cidadania
O Absa Bank Moçambique tem promovido ao longo dos anos, através do programa de Cidadania, diversas iniciativas que têm como propósito auxiliar na criação de soluções para questões importantes nas comunidades em que exerce a sua actividade. A sua intervenção centra-se em acções de âmbito cultural, educacional, ambiental e social, procurando sempre traduzir o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, contribuindo para a capacitação da juventude com vista a uma sociedade com adequados níveis de educação, e criando empregabilidade e crescimento económico sustentável.
A Xonguila teve a oportunidade de travar uma breve conversa com Tânia Oliveira, Directora de Serviço ao Cliente do Absa Bank Moçambique, sobre o envolvimento do Banco nesse tipo de iniciativas.
Quais são os critérios para o banco se envolver em iniciativas de carácter social e ambiental?
Os critérios de ética empresarial, responsabilidade social e ambiental encontram-se integrados no modelo de gestão do Absa. Com a sua inclusão, o Banco assume que o seu negócio é gerido em prol da criação de valor para clientes, colaboradores, accionistas, meio ambiente e comunidade na qual exerce a sua atividade. O modelo de gestão do Banco visa, assim, garantir o desenvolvimento sustentável, tanto a nível do seu ramo de actividade, como ao nível da dimensão que relaciona a sustentabilidade e a comunidade, mais precisamente a Cidadania.
O facto de estarmos conscientes da importância das nossas atividades como factores de desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida das populações leva-nos a contribuir activamente para a realização de várias actividades de cariz social, tendo em conta o contexto que vivemos. O Banco procura centrar a sua actuação em prol da comunidade tentando sempre conceder o seu melhor contributo e colaborando com o maior sentido de responsabilidade social através de diferentes iniciativas.
Fale-nos um pouco dessas iniciativas, se possível destacando a que consideram ter sido a melhor.
É-nos difícil classificar um projecto como sendo o melhor ou mais impactante, em detrimento de outros, porque são todos concebidos com o mesmo objectivo, o de responder a um desafio específico. Todas as acções de Cidadania que levámos a cabo até agora foram bem conduzidas e alcançaram o resultado pretendido, impactando positivamente os beneficiários. Contudo, podemos destacar as campanhas de doação de sangue, por este se tratar de um elemento vital que tem escasseado nos hospitais desde a eclosão do coronavírus em Moçambique e, com um gesto indolor, sem risco ou prejuízo para a saúde dos dadores, contribui para salvar vidas de forma simples, tranquila e segura.
Posso também destacar o programa Ready to Work, uma iniciativa de formações criada pelo Banco e direccionada para jovens dos 18 aos 35 anos de idade. Desde a sua criação, foram formadas mais de 6.300 pessoas, ajudando-as a desenvolver competências profissionais, financeiras, empresariais e interpessoais.
Entretanto, foram igualmente de grande importância, a doação de 36 toneladas de sabão em barra, de produção nacional, ao Ministério da Saúde (MISAU), para distribuição às comunidades mais carenciadas a nível nacional; o apoio às vítimas da violência armada em Cabo Delgado; a instalação de estruturas de higienização para prevenção contra a COVID-19 nas escolas primárias da província de Maputo; a doação de máscaras de capulana aos colaboradores do Banco, numa iniciativa que beneficiou igualmente os estilistas contratados para a produção das mesmas, e também a campanha de vacinação dos colaboradores do Banco.
Foram iniciativas que tiveram grande impacto mediático. Qual foi o feedback do público?
O nosso objectivo é sempre impactar positivamente a vida das sociedades, e os resultados estão à vista, com a participação massiva das pessoas nos eventos, tanto presenciais como virtuais, como as campanhas de doação de sangue e a nossa maratona, que passou agora a ser uma corrida virtual e continua a promover a prática do desporto para uma vida saudável, sobretudo durante o momento adverso e desafiante gerado pela pandemia da COVID-19. Isto é sinal de que o público está connosco e valoriza as nossas iniciativas, dando-lhes a importância que queremos que tenham.
E a nível de envolvimento interno? Qual foi a estratégia para envolverem os colaboradores?
O estabelecimento de uma forte comunicação interna. É assim, na base de uma comunicação clara, directa e honesta que temos envolvido os nossos colaboradores em todas as nossas actividades.
Procuramos igualmente dinamizar e promover momentos de foco em determinados temas para aumentar o envolvimento dos colaboradores, acelerar resultados positivos e centralizar as acções numa área ou equipa, gerando integração entre as iniciativas e avaliando os resultados de forma colectiva.
Em suma, a estratégia do Banco tem sido a de promover uma cultura de responsabilidade social, desenvolvendo acções com o objectivo de, directa ou indirectamente, contribuir para o desenvolvimento social do País, procurando envolver-se com a comunidade externa e com a comunidade interna (colaboradores). Isso reflecte-se na nossa proposta de valor para os colaboradores, que contempla um vasto conjunto de benefícios no sentido de contribuir para melhorar o seu nível de bem-estar e o das suas famílias, incentivando a procura de equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal.
